1º CAMPEONATO “JOGA DIREITO” DO CADir – UDF

Senhores Professores, Funcionários, Alunos e Convidados,

É com muito prazer que o Centro Acadêmico de Direito “Dr. Eurico Rezende” convida todos a participarem da 1ª Edição do CAMPEONATO “JOGA DIREITO”, uma atividade que pretende movimentar inúmeras entidades representativas estudantis (DCE’s, CA’s e DA’s) e demais parceiros do CADir – UDF.

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A maior competição de futebol de salão organizado por Representante Estudantil de Ensino Superior do DF para promover a Interação entre Discentes Universitários, vem preencher o calendário acadêmico através de atividade extra disciplinar, com convidados de diversas IES, professores e funcionários.

INÍCIO (PREVISTO) DA COMPETIÇÃO
: 08 de março de 2014;

TÉRMINO (PREVISTO) DA COMPETIÇÃO
: 29 de março de 2014.

PRAZO DE INSCRIÇÃO

As inscrições estarão abertas de 24 de fevereiro a 6 de março. Cada equipe deverá preencher a FICHA DE INSCRIÇÃO (em anexo) e agendar a sua entrega através dos meios de comunicação abaixo descritos. A inscrição será efetivada após o pagamento de R$ 30,00 (trinta reais – por equipe). Cada equipe deverá ser formada por, no mínimo, 5 (cinco) jogadores.

Para inscreverem-se, as equipes poderão utilizar os seguintes meios de contato com a comissão organizadora:

Facebook:
Página: CADIR – UDF Dr. Eurico Rezende

E-mail:
novocadirudf@gmail.com

Tel.: 61 8530-4412 | 61 3022 – 5047

Ficha de Inscrição Disponível também na XEROX Central do UDF (Subsolo Sede).

MONTE SEU TIME E VENHA SE DIVERTIR.

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DISCUSSÃO SOBRE O PASSE LIVRE ESTUDANTIL (03/06 – 19H30 – UDF Centro Universitário)

Vamos Discutir as IMPORTANTES ALTERAÇÕES NA LEI Nº 4.462/10 (PASSE LIVRE)
Participação do Deputado Professor Israel

Discutir o Projeto de Lei n° 1.481/2013 que altera a Lei do Passe Livre do DF!
• Fim da limitação no número de passagens (54 por mês);
• Acréscimo de 20% de viagens, (sem limitação de itinerário), para eventos Extra Classe e Culturais do Estudante.

Discutir os Horários dos Ônibus que atendem os estudantes do Noturno
• Apresentem suas demandas;

Segunda-Feira: 03/06/2013
Local: UDF – Centro Universitário
Horário: 19h30min

Apoio: DCE – UnB “Honestino Guimarães”, CADir – UDF “Dr. Eurico Rezende e DARIPOL – UDF

Israel Passe Livre

AGORA É NEGRO, BRANCO, ÍNDIO, RICO E POBRE… TUDO JUNTO E MISTURADO (SERÁ?)

Foi sancionada, dia 29 de agosto, pela presidente Dilma Rousseff, lei que destina metade das vagas em universidades federais para estudantes que cursaram o Ensino Médio em escolas públicas. A medida causa polêmica e divide opiniões entre instituições de ensino públicas e privadas e entidades de defesa dos negros e da população carente.

A lei teve veto ao artigo 2º do texto, que previa seleção dos alunos com base no coeficiente de rendimento a partir da média aritmética das notas no Ensino Médio. Isso se deu porque o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) será a forma universal de acesso a universidades federais por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada).

Apesar de ter quatro anos para se adaptar à medida, as instituições de ensino devem reservar pelo menos 25% das vagas a partir de 2013.

De acordo com a lei, os critérios raciais serão aplicados dentro do total de vagas para estudantes vindos da rede pública, respeitando a proporção de negros e índios em cada Estado. Além disso, metade das vagas reservadas – 25% do total oferecido no vestibular – será destinada a candidatos com renda familiar igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo por pessoa.

Para o presidente do MSU (Movimento dos Sem Universidade), Sérgio Custódio, a partir de agora todo brasileiro poderá concorrer a uma vaga na universidade federal em melhores condições. “É um acerto de contas do governo com seu povo”, considera.

Já o vice-presidente do Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo), José Augusto de Mattos Lourenço, tem o mesmo parecer da Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares) de que a lei é inconstitucional.

Há receio de que pais de estudantes das escolas particulares transfiram seus filhos para instituições públicas na esperança de ter mais chance de ingressar em universidade federal. “Só deveria existir cota para alunos carentes”, destaca Lourenço.

As cotas sociais e raciais não são de maneira absoluta uma solução para as desigualdades raciais em nosso país. Elas devem fazer parte de um conjunto de políticas de expansão e fortalecimento da universidade pública, de qualificação e valorização do ensino fundamental e médio da rede pública e integrar políticas de Estado que visem o crescimento econômico, criação de empregos e distribuição de renda.

NÚMEROS

A lei que institui cota de 50% das vagas nas universidades e institutos federais para estudantes oriundos de escolas públicas só deve ser obrigatória para todas as instituições a partir de 2016, mas reitores já estão se manifestando a respeito do texto. Ao todo, são 59 universidades e 40 institutos, incluindo os centros de educação tecnológica e o Colégio Pedro II, no Rio, que terão que se ajustar gradualmente à nova regra.

Pela lei aprovada, a cada ano será necessário implementar no mínimo 25% da reserva prevista no texto. Mas, atualmente, não existe cota social em 27 das 59 universidades federais. Além disso, apenas 25 delas possuem reserva de vagas ou sistema de bonificação para estudantes negros, pardos e indígenas.

As explicações para a falta de sistemas de ação afirmativa variam de acordo com a instituição. Na maioria delas, porém, a política foi debatida, mas os conselhos universitários decidiram que elas não são necessárias, segundo dados sobre o ingresso de novos alunos. Algumas universidades criticaram a aprovação da lei. Edward Madureira Brasil, reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), afirmou que ela fere a autonomia universitária. Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a comissão responsável pelo vestibular afirmou que não pretende alterar o edital do processo seletivo, publicado antes da aprovação da lei.

Veja a repercussão da redação final da lei na Universidade de Brasília:

A Universidade de Brasília (UnB) informou nesta quarta-feira (8) que uma comissão formada por alunos e professores será criada para discutir a adaptação do sistema de cotas da instituição ao projeto de lei aprovado pelo Senado. A UnB foi a primeira universidade federal a instituir o sistema de cotas raciais e destina, desde junho de 2004, 20% das vagas para candidatos negros.

De acordo com o decano de ensino e graduação da UnB, José Américo Garcia, a adaptação no sistema pode ser feita rapidamente após o fim da greve. “É um processo rápido. Basta apenas a gente deliberar no nosso conselho. Deliberando, eu já consigo implementá-lo e já para 2013, para o próximo vestibular.”

REPERCUSSÃO EM OUTRAS IES NO PAÍS

*E você, estudante universitário do UDF, o que pensa sobre a nova lei de Cotas Sociais para universitários do Brasil? Deixe seu comentário que publicaremos, rapidamente.