Pedindo socorro: Vila do Pequenino Jesus precisa de caixas de suco e luvas descartáveis

Quem puder ajudar. Eles mandam buscar

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Entre em contato com eles e veja se você pode ajudar de alguma forma.

Quem quiser ajudar, fazendo doação à Vila do Pequenino Jesus, pode entrar em contato por meio dos telefones 3526-0506 e 8140-0198. O endereço é SHIS QI 26, Chácara 27, no Lago Sul. …

 A Vila do Pequenino Jesus é uma casa de acolhimento para crianças, jovens e adultos especiais sem fins lucrativos. Lá eles acolhem pessoas que por diversas razões estavam sozinhas no mundo. Acolhem com alegria, amor e carinho. Mas a Vila do Pequenino Jesus também precisa receber amor e carinho para poder continuar ajudando as pessoas que ali são cuidadas.

 A forma que hoje temos para exprimir carinho, amor e respeito às pessoas que estão acolhidas na Vila do Pequenino Jesus é fazendo a doação de sucos em caixa e de luvas descartáveis, tamanho M.

 A retribuição à doação que for feita é a felicidade, porque, para ser feliz é necessário pensar na felicidade do outro. Quem der um copo de água a um pequenino, ensina o Evangelho, não perderá a sua recompensa. A caridade nos alivia a alma, nos incute o desejo de sempre fazer o bem. Independente de religão ou convicção filosófica, fazer o bem nos faz bem.

Fonte: Blog Saber Melhor

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CCJ aprova cotas para negros em concursos públicos

Texto do Poder Executivo segue agora para análise do Plenário, que deverá decidir se aprova a reserva de 20% das vagas prevista no texto original ou de 30%, conforme emenda

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Da Agência Câmara

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou hoje proposta que reserva aos negros, por um período de 10 anos, 20% do total de vagas oferecidas em concursos públicos da administração pública federal e das autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União. A medida está prevista no Projeto de Lei 6738/13, do Poder Executivo.

O parecer do relator na CCJ, deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), foi pela aprovação da proposta, de três emendas apresentadas por deputados, e da emenda aprovada pela Comissão de Trabalho. Outras três emendas foram rejeitadas. A proposta segue para votação em Plenário.

Ampliação

Uma das emendas aprovadas, do deputado Luiz Alberto (PT-BA), estende a reserva de vagas para nomeação de negros aos cargos em comissão. A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público havia aprovado sugestão no mesmo sentido.

Outra emenda aprovada, do deputado Domingos Dutra (SSD-MA), amplia o percentual de reserva de vagas para 30% e inclui os indígenas. A CCJ também considerou constitucional a emenda da deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP) que sugeriu que o preenchimento dos cargos em comissão seja feito em percentuais paritários aos pretos, pardos e brancos.

Dívida histórica

Segundo o relator, os negros continuam com acesso reduzido às oportunidades de obter aprovação nos concursos públicos, em decorrência de uma dívida histórica.

“Essa dívida remonta aos tempos da escravidão e sua posterior exclusão dos meios de educação formal, que levaram à condição de pobreza a maioria dos negros do País”, ressaltou Picciani. “Segundo IBGE, apesar de os negros representarem mais de 50% da população, eles ocupam hoje menos de 30% dos cargos na administração pública”, completou o relator.

Tramitação

O PL 6738/13 tramita em regime de urgência constitucional e tranca a pauta do Plenário.

Fonte: Correio Braziliense

Programa europeu Erasmus: Brasileiros podem concorrer a bolsas

erasmusPrograma da UE abre inscrições para estudantes do Brasil e da América Latina, com 40 mil bolsas para jovens da região que pretendem estudar em universidades europeias.

 Até então restrito somente a universidades europeias, o programa europeu Erasmus, que já financiou mais de quatro milhões de pessoas em intercâmbios de conceituadas universidades europeias, chegou também à América Latina. …

 Desde janeiro, estudantes brasileiros e de demais países latino-americanos têm a oportunidade de disputar 40 mil bolsas, oferecidas para subsidiar seus estudos na Europa. O orçamento para o Brasil e América Latina, no entanto, ainda está em discussão.

O período de estudo será de um semestre a um ano na União Europeia (UE). Assim, os estudantes brasileiros terão a oportunidade de participar em programas de bacharelado, mestrado ou doutorado por meio da atribuição de bolsas de estudo e um sistema centralizado de mobilidade para universidades europeias.

 Estudantes da UE também serão financiados para estudar no Brasil, aumentando assim a internacionalização das instituições de ensino superiores brasileiras.

Com essa ampliação, será mais fácil, para os estudantes brasileiros, estudar em universidades europeias“, disse à DW Clarie Morel, chefe-adjunta da Direção Geral da Educação e Cultura da Comissão Europeia.

 “As instituições brasileiras receberão também ações de capacitação que estão previstas dentro do Erasmus, além de ter a oportunidade de modernizar os currículos e equipamentos, desenvolver novas abordagens de ensino e aprendizagem, aperfeiçoar pessoal docente e modernizar a governança universitária, entre outros“, explicou Clarie.

Poucas parcerias no Brasil

 Antes, só estudantes de mestrado e doutorado tinham a oportunidade de tentar uma bolsa na União Europa por meio do programa Erasmus Mundus, criado para melhorar a qualidade do ensino superior por meio de bolsas de estudo e cooperação acadêmica entre a Europa e os demais continentes.

 Desde janeiro, todos os programas Erasmus foram reunidos no novo Erasmus Plus, o que amplia as possibilidades de intercâmbio também para os estudantes de graduação de fora da Europa. Os estudantes interessados deverão pertencer às universidades parceiras e ter completado um ano acadêmico.

 Os selecionados serão contemplados com uma bolsa de estudos que ajudará a cobrir custos como viagem e estadia, em valor definido de acordo com o período de estudos.

 Estudantes do Brasil podem se inscrever para as bolsas do Erasmus Plus no escritório internacional das instituições de ensino superior brasileiras que cursam. No entanto, até o momento são poucas as instituições de ensino superior brasileiras que estão aptas para receber o financiamento do programa, sendo a maior parte delas universidades federais.

UDF e suas Parcerias Internacionais

UNIVERSIDAD NACIONAL DE LA PLATA

Fundada em 1905 pelo Dr. Joaquín Víctor González, a Universidade surgiu a partir da confluência de dois conceitos fundamentais. Por um lado, a interpretação tradicional do termo “Universidade” como um domínio singular do conhecimento. Além disso, a ideia do conhecimento científico atual de base experimental, social e artístico em suas várias formas. Ensino, pesquisa e extensão constituem os pilares desta universidade. Atualmente conta com 17 faculdades, onde 110 mil alunos de graduação que estudam. Os termos de cooperação com a Universidade Nacional de La Plata além de viabilizar a participação em programas de extensão e cursos livres, permitem o intercâmbio de estudos, nas diferentes áreas do conhecimento, por um período de seis meses a um ano.

UNIVERSIDADE DO PORTO

Com origens que remontam ao século XVIII, a Universidade do Porto é uma das maiores instituições de ensino e investigação científica de Portugal e uma das 100 melhores universidades da Europa. Mais de 31.000 estudantes, 2.300 professores e investigadores e 1.600 funcionários não docentes frequentam as suas 15 escolas e 60 unidades de investigação, distribuídas por três polos universitários localizados na cidade do Porto. Os termos de cooperação com a Universidade do Porto viabilizam a participação em programas de extensão e cursos livres e permitem o intercâmbio de estudos, nas diferentes áreas do conhecimento, por um período de seis meses a um ano.

MAIORIDADE PENAL REDISCUTIDA NO SENADO FEDERAL

Renan diz que colocará em votação projeto que reduz maioridade penal

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta terça-feira (18) que pretende colocar em votação, possivelmente em abril, o projeto de lei que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crime hediondo, tráfico de drogas, tortura e terrorismo.

O presidente do Senado fez o anúncio após receber em seu gabinete a mãe de Yorrally Ferreira, morta na última semana, aos 14 anos, com um tiro na cabeça disparado pelo ex-namorado, que completou 18 anos um dia depois de cometer o crime. A mãe da vítima, Rosemary Dias da Silva, moradora de Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal, pediu ao senador agilidade na tramitação do projeto.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou o projeto em 19 de fevereiro, numa votação em caráter terminativo (pela qual o texto não precisa seguir para o plenário). Mas um recurso foi apresentado para que a matéria não seja arquivada e possa ser analisada no plenário.

“A disposição é pautar a matéria. Mas estou conversando ainda – já que essa matéria é complexa – para que nós não tenhamos obstáculo no dia em que essa matéria puder ser apreciada”, declarou Renan.

O projeto, de autoria do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), também determina a responsabilização penal a partir dos 16 anos quando houver reincidência nos crimes de prática de lesão corporal grave ou roubo qualificado (em que o crime é praticado à mão armada, por exemplo). Pelo texto, a penalização dos menores de 18 anos deve ser proposta pelo Ministério Público e julgada por juiz especializado em questões de infância e adolescência.

Os casos de crime hediondo, ao qual o projeto também aplica a redução da maioridade penal, incluem homicídios praticados por grupos de extermínio, latrocínio (roubo seguido de morte), extorsão com morte ou mediante sequestro, estupro, entre outros.

“Nós vamos conversar com os líderes, e já assumimos o compromisso de pautar essa matéria. Evidente que é uma matéria complexa, mas será sobretudo a oportunidade para que cada um vote da maneira que ache que pode votar”, declarou Renan.

Encontro com Dilma

A mãe da menina assassinada também pediu a Renan Calheiros ajuda para que ela possa se reunir com a presidente Dilma Rousseff.

“Quero que a presidente me ouça – porque ela é mãe como eu sou – e ajude a aprovar a redução da maioridade penal, para que outras mães não passem pelo que eu estou passando”, disse Rosemary Dias da Silva. Ela disse que ficará acampada em frente ao Palácio do Planalto até que tenha audiência agendada com Dilma.

O relator do projeto no Senado, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), subiu à tribuna para defender que os parlamentares aprovem o texto no plenário.

O caminho dessa proposta não é o extremo, é o meio, é o equilíbrio. E esta a proposta que eu relatei é uma proposta que admite para maiores de 16 e menores de 18, mas com critérios, apenas para crimes hediondos, inafiançáveis, como esses que nós assistimos”, afirmou Ferraço.

TABELA DA 1ª FASE DO “JOGA DIREITO”

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O Campeonato começa no próximo sábado, 22 de março, com rodada cheia (todos os times jogam)! Serão 16 equipes tentando largar na frente no torneio mais disputado dos últimos 4 mil anos. A disputa será para descobrir qual “jogador” terá futuro… APÓS A SUA GRADUAÇÃO!

*ADVOBÊBADOS | Só Na Gaveta | Hamurabi | WL F.C | SóCanelas | S.Q.N entre outros!

Venha se divertir com as habilidades fora do normal dos nossos atletas de fim de semana!

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REGULAMENTO DO “JOGA DIREITO”

Opinião: Das manifestações ao poder do voto

Em junho de 2013, centenas de brasileiros, em sua grande maioria de forma pacífica, ocuparam praças, ruas e avenidas para exercer o direito de manifestação assegurado pela Constituição Federal. O país foi tomado pela participação popular. Levantaram-se bandeiras com reivindicações. Ouviram-se protestos contra a inércia dos governantes na melhoria de serviços públicos, contra a demora do Executivo, do Legislativo e do Judiciário em implementar medidas reclamadas pelo povo, contra a corrupção. Tudo teve início com o aumento das passagens de transporte público, mas tomou proporções muito maiores, de modo a alcançar as mais diversas áreas de atuação do Estado. …

Cerca de 1 milhão de pessoas saiu, em pelo menos 80 grandes cidades, para protestar ante a deficiência de políticas públicas e os rumos trilhados pelos dirigentes para satisfazer os anseios populares. O abandono da apatia, da letargia, da acomodação serve de alerta aos políticos de hoje e de amanhã. O recado é cristalino: a população acordou e passou a cobrar das autoridades projetos e ações com resultados eficazes.

Pela importância ímpar, os protestos ganharam cobertura da mídia. Porém, além das manifestações legítimas, assistiu-se a cenas de violência e vandalismo a atingir edifícios e equipamentos públicos, bens privados e, por último, a vida. A perplexidade é geral. Sem dúvida, tais ações merecem total repúdio. Em meio a manifestações democráticas, descabe aceitar a bandalheira, o quebra-quebra dos encapuzados, o enfrentamento às autoridades constituídas. Mostram-se impensáveis a paralisação da vida gregária, o fechamento de vias públicas, o desatino, quando se tem à disposição o mais eficaz instrumento de mudança da realidade social e política: o voto. Sim, a vontade do povo é soberana, mas deve ser depositada nas urnas, não incendiada nas lixeiras das ruas.

 O voto é expressão insubstituível da manifestação popular. Há de ser livre e consciente. Há de resultar de íntima convicção e expectativas sobre o futuro do país. Não pode estar atrelado a amarras ideológicas, promessas vãs, interesses particulares e momentâneos. Compete ao eleitor analisar criteriosamente o perfil dos candidatos e votar pensando no engrandecimento da nação.

 Com o voto, o cidadão detém nas mãos a capacidade de atuar visando ao progresso, à redução das desigualdades econômicas e ao fortalecimento da democracia. O voto representa o poder de corrigir políticas públicas e acelerar projetos. Sinaliza aos governantes a necessidade de revisão de ideários. Constitui força primária, permanente, impulsionadora do desenvolvimento nacional.

 O eleitor revela-se o personagem principal da eleição. É a pedra angular de todo o processo e tem a palavra final quanto ao país que queremos construir. A escolha realizada afeta a vida de todos. O voto, apesar de uno, soma-se a outros, resultando na escolha do representante. Daí não ser dado ao eleitor posar de vítima dos que buscam o cargo para dele se servirem e não aos concidadãos.

 Precisa-se amadurecer e afastar a superada ideia de que os problemas brasileiros são alheios e independem, para serem solucionados, do povo. Incumbe ao cidadão sair do marasmo e participar com responsabilidade, assumindo o papel a si reservado. Quem tem o direito de votar dele não deve abdicar. Se há descontentamento, a urna é o lugar de protesto social por excelência.

 Avizinha-se a hora. Os cidadãos brasileiros estão convocados a comparecerem às urnas nas eleições de 2014 e a expressarem, pelo voto livre, de forma pacífica e ordeira, o que almejam para o futuro. A Justiça Eleitoral tudo faz para possibilitar o exercício amplo e irrestrito dos ideais democráticos visados pela Constituição e leis da República. Que cada qual, então, compreenda que é artífice dessa grande obra.

MARCO AURÉLIO MELLO

Ministro e presidente do TSE

Fonte: MARCO AURÉLIO MELLO – Correio Braziliense – 11/03/2014 –

Mulher tem que pagar R$ 30 mil ao ex por filho ser de outro

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Uma moradora de Ubá foi condenada pela 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a indenizar o ex-marido em R$ 30 mil por ter omitido quer seu filho mais novo era de outro homem.

 O casal se uniu em 1994 e a primeira filha nasceu em 2000. A mulher deu à luz pela segunda vez em junho de 2009. O casal se separou em outubro do mesmo ano e o homem afirma que, ao procurar documentos na casa, encontrou um exame de DNA que comprovava que o filho mais novo era de um de seus melhores amigos. Ele descobriu também que o relacionamento entre os dois, que o homem diz que não tinha conhecimento na época, ocorria havia mais de dois anos.

 O homem pediu reparação por danos morais e materiais, estes devido aos gastos com a criança. A mulher contestou e afirmou que o convívio com o ex-marido sempre foi “extremamente difícil”. Ela diz ainda que havia se separado do marido em 2008 e começado uma relação com o amante – sendo que o primeiro tinha conhecimento da relação.

 A mulher diz que retomou a relação com o ex somente por insistência deste e que ele apressou-se em registrar o filho em seu nome, mesmo sabendo do caso extraconjugal. Ela ainda afirma que o amante era apenas conhecido do ex-marido, e não um de seus melhores amigos. O amante também negou ser amigo próximo dele.

 Em primeira instância, a juíza da 1ª Vara Cível de Ubá negou o pedido do ex-marido. A magistrada entendeu que os dois estavam separados de fato quando ocorreu a concepção. A juíza entendeu também que não houve grave humilhação, nem exposição pública.

 Contudo, a decisão em segunda instância foi diferente. “Não há dúvidas de que, no caso vertente, A. teve o dever de fidelidade violado, tanto no aspecto físico, com as relações sexuais adulterinas, quanto no aspecto moral, constante da deslealdade manifestada por M. ao esconder a paternidade de seu filho, experimentando profundo abalo psicológico e sofrimento moral”, diz o desembargador Veiga de Oliveira, relator do julgamento.

 O valor da indenização foi estipulado em R$ 30 mil. Quanto ao amante, este não foi obrigado a pagar indenização já que, segundo o relator, não é “obrigado a zelar pela incolumidade do casamento alheio”. Os três desembargadores concordaram com o valor da indenização.

Fonte: Terra